quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A VIDA COMO ELA É!


Um dos grandes desafios é saber o que é a vida! Muitos estudiosos sérios, tem se dedicado por um longo tempo, para apresentar ao mundo o que é a vida, mas nenhum obteve êxito e os grandes motivos para o fracasso são dois: O primeiro é que eles não sabem quem é o autor e o segundo é que vivemos no mundo da relatividade, ou seja, o que é verdade hoje, já não é amanhã. No primeiro motivo, confundimos a vida como nós a vemos, mas se considerarmos Cristo como o autor da vida, a vida que vivemos e esperamos é eterna e não falida e terminal, pois somos todos doentes terminais do pecado. E não há cura nesta vida, para vida, desse mal. A cura está em Cristo, mas Ele, o único e suficiente salvador, inicia a cura hoje, mas somente iremos usufruir dela na glória, ainda conheceremos a morte e isso é vida terrena. O relativismo não permite ao homem moderno colocar sua “fé” em um único caminho, pois suas necessidades são temporais. Hoje minha “fé” me atende e amanhã? Talvez eu tenha que mudar. Assim não adianta aos estudiosos, mesmo sérios, usando metodologias criadas por homens, tentar colocar Deus no tempo e no espaço, para que possamos “fazer” uma “fé” que atenda as nossas necessidades. Porém, meus amados é isso que o mundo e algumas igrejas estão fazendo. Relativizando a fé e atendendo ao pedido de fariseus. Jesus quando foi negado, o foi porque não atendeu aos anseios de uma sociedade corrupta, com desejos da carne, que queria uma vida terrena em abundancia. Ele anunciou uma vida com Ele em abundancia, mas com uma matemática louca para o mundo, vejam os trabalhadores contratados para o trabalho na vinha, iriam ganhar o mesmo, percebam a observação sobre a viúva pobre ofertando e o fato de quem, O fosse seguir, precisava saber que Ele não tinha onde reclinar a cabeça. O Rev. Russel Shedd, na aula inaugural do meu curso no Seminário, disse que o Evangelho de Cristo é um Evangelho de dor e sofrimento, mas temos a esperança em Cristo da Verdadeira vida com Ele. Amém
Rev. Jooziel

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